A Felix Essências surgiu a partir de uma situação dentro de casa e virou negócio em crescimento. A loja foi criada por Ana Carolina Felix Mainardi após identificar uma falha prática no mercado: falta de orientação na hora da compra. Ao mesmo tempo, buscava uma forma de dar novo propósito à mãe, que enfrentava um quadro depressivo após sair do trabalho.

A decisão veio acompanhada de preparação. Antes da abertura, Ana investiu em cursos para entender o uso correto de cada produto. A operação, hoje familiar, reúne produção própria e itens multimarcas.

O posicionamento da loja parte de um ponto claro: não vender por impulso. O atendimento é baseado em orientação. Difusor, home spray e água perfumada têm funções diferentes e são explicados na prática ao cliente.

“Não adianta vender sem explicar. Se o cliente não entende, ele não volta”, afirma Ana. O modelo acompanha uma mudança de comportamento. As essências deixaram de ser vistas como item secundário e passaram a integrar a rotina. O consumo aparece em casa, no trabalho e até em eventos, ampliando o mercado.

Na loja, o difusor lidera as vendas. O home spray costuma complementar a compra. Já a água perfumada vem ganhando espaço, principalmente para uso em roupas, movimento observado nos últimos meses.

A escolha do aroma também mudou. A decisão deixou de ser técnica. O fator emocional passou a pesar mais. Sensação, memória e identificação com o ambiente influenciam diretamente na compra. O crescimento do setor, na prática, acompanha essa lógica. Menos produto isolado e mais experiência. Quem entende isso, cresce.

com informações e foto Assessiva Comunicação