Fala meu (minha) amigo (a) do Jornal do Trabalhador, tudo bem ? Desejo que sim ! Partiu mais uma dica de filme ??? Se respondeu ‘sim’, antes de mais nada, bom dia, boa tarde, boa noite… Boa madrugada (?) ! Nesta sexta-feira (1) trago na coluna ‘Cinemaníaco’ um filme que está dividido ao meio: detonado pela crítica e amado pelos espectadores. Leia para saber de que lado estou e, lógico, como sempre, nada de spoilers !!!
Assisti ‘Michael’, de 2026, que estreou nos cinemas na semana passada e já bateu recordes, se tornando a maior abertura de uma cinebiografia em toda a história do cinema, arrecadando no mundo somente no primeiro final de semana US$ 217,4 milhões. Trata-se de uma belíssima homenagem para o Rei do Pop, uma verdadeira reverência a um dos maiores astros da história. Sim, o longa trata o cantor, que foi tantas vezes difamado de forma mentirosa com respeito e carinho. Sim, é feito para os fãs.
Somos levados logo no começo para a pequena cidade de Gary, no estado de Indiana (EUA), década de 60. Vemos os irmãos Jackson pequenos e iniciando na música, a relação abusiva deles com o pai, Joseph (Colman Domingo), de quem Michael apanhou várias vezes. A galerinha cresce, MJ enfrenta dificuldades, mas sonha com uma carreira solo. Ele quer ser a maior estrela do mundo da música.
Apesar de ser um pouco corrido, até porque era necessário, já que são mais de 20 anos de carreira em apenas duas horas de filme, o ritmo é muito mais do que agradável, é contagiante. As críticas que relatam “passar muito rápido de uma época para outra” e que “não se aprofunda em quase nada” não fazem nem sentido. Na minha visão, essa passagem acelerada é de propósito e necessária. O fã de Michael Jackson se deleita nas poltronas e os críticos se rasgam e falam mal nas respectivas teclas, microfones etc. Eu estou com o povo !
Mas é bom?
As atuações de Jaafar Jackson como ‘Michael’ adulto, Juliano Krue Valdi como ‘Michael’ jovem e Colman Domingo como o pai do astro, ‘Joseph’ são assombrosas. Domingo e Juliano roubam a cena e Jaafar, ah Jaafar é demais. Está no sangue: ele é sobrinho de Michael Jackson (filho de Jermaine, irmão de MJ). Fora isso, ele se preparou bem demais durante meses e se transformou em Michael. Duvida? A própria mãe do artista, Katherine Jackson, afirmou ao ver a performance de Jaafar “que viu o filho novamente” (quem sou eu para discordar?). Os figurinos, as locações, os shows, as músicas, cada detalhe é espetacular e foi meticulosamente produzido. Esqueça os críticos, o filme é ótimo e te deixa com sorriso de orelha a orelha e querendo mais.

O pai de Michael Jackson, Joseph (Colman Domingo) não pega leve como ‘vilão’ do longa._Foto: Divulgação
Notas*
O povo também está com ele: no ‘Rotten Tomatoes’ o filme é tomate podre para a crítica especializada, com só 39% de aprovação, mas é tomate fresco para a audiência: 97% aprova. No ‘Metacritic’ notas terríveis dos sabichões: Metascore só 39 de 100 e a galera manda espetaculares 8.2 de 10. No ‘IMDb’ quase a mesma coisa: excelentes 7.7 de 10 das pessoas e Metascore dos ‘entendidos’ bem baixo, com 39 de 100. Por fim, no ‘Google’, quase unanimidade: 98% dos que assistiram afirmaram ter gostado do longa. Minha nota para ‘Michael’ é 9,5 de 10.* Os números mudam a todo instante conforme novas avaliações são incluídas em cada site. As notas apresentadas aqui se referem ao horário em que a coluna foi postada.
Partiu então ! Corre para o cinema mais perto, compra a pipoca, o refri, aquele docinho e ótimo filme !!! Espero que você que leu até aqui tenha curtido a dica. Lhe desejo um ótimo programa e um fim de semana maravilhoso. Abração !

LINK DO YOUTUBE PARA O TRAILER:
https://www.youtube.com/watch?v=14YXeHKOBUY&t=18s
Links das notas:
Rotten Tomatoes: https://www.rottentomatoes.com/m/michael
Metacritic: https://www.metacritic.com/movie/michael-2026/
IMDb: https://www.imdb.com/title/tt11378946/
Todas as informações e opiniões contidas neste artigo, seja em texto ou em vídeo, são de total responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, as posições do Jornal do Trabalhador.

Fonte: Rafael Rossi – jornalista e apaixonado filmes e séries

