Como vai, amigo(a) do Jornal do Trabalhador, na paz por aí? Espero que sim! Vamos para mais uma dica de filme? Se respondeu que sim, antes de mais nada: bom dia, boa tarde, boa noite… boa madrugada (!).

Nesta sexta-feira (15) trago, na coluna “Cinemaníaco”, um filme que combina ação e ficção científica em uma franquia já consagrada. E, claro, sem spoilers!

Assisti “Jurassic World: Recomeço” (“Jurassic World Rebirth”, no original em inglês), filme de 2025, disponível no Prime Video. Eu ainda nem havia conferido as notas dos especialistas e da galera no momento em que digitei esse começo de texto. Mas, se forem baixas (ou muito baixas), já será mais um daqueles casos para “brigar” com os especialistas (ou mesmo com a galera, dependendo das avaliações).

Com um elenco de peso, turbinado por Scarlett Johansson e Mahershala Ali, já temos uma introdução de tirar o fôlego, com um enorme dinossauro atacando um laboratório e matando cientistas. Sério: é aterrorizante. Um salto no tempo de 17 anos e a região onde os grandes seres ainda vivem é proibida. Nenhum ser humano pode viajar para lá. Zora Bennett (Johansson), uma agente secreta, é contratada pelo diretor de uma empresa farmacêutica para trabalhar com o paleontólogo Dr. Henry Loomis (Jonathan Bailey) em uma missão ultrassecreta.

Eles se infiltram na ilha Saint-Hubert, no Oceano Atlântico, onde houve o ataque aos cientistas anos antes. O objetivo é localizar as três maiores espécies pré-históricas restantes da terra (Titanosaurus), do mar (Mosasaurus) e do ar (Quetzalcoatlus), e recolher amostras de sangue para desenvolver medicamentos para doenças que poderiam salvar inúmeras vidas humanas. Zora recruta, para liderar a expedição, um antigo parceiro, Duncan Kincaid (Mahershala Ali). Preciso dizer se sai tudo como planejado?


Família é perseguida pelo T-Rex em ‘Jurassic World Recomeço’: desespero e ansiedade. Foto: Divulgação

Mas é bom?

O CGI é de alta qualidade na maior parte do tempo, o que traz credibilidade aos enormes (e aos pequenos também) dinos, causando a suspensão da descrença que tanto precisamos para ver esse tipo de produção cinematográfica. As cenas de fuga das criaturas são incríveis e causam um misto de sensações como sufoco, sustos, desespero e ansiedade.

Você deve imaginar que morre muita gente e também que deve ser um pouco de “mais do mesmo” desse universo. E imagina certo. Mas não é isso que o fã de Jurassic (seja “World” ou “Park”) quer? As atuações convencem, a fotografia é linda e, então, sim: é um ótimo filme. Vai fundo!

Notas*

Bora brigar com as notas. No Rotten Tomatoes, o filme é “tomate podre” para a crítica especializada, com somente 50% de aprovação, mas “tomate fresco” para a audiência: 70%. No Metacritic, notas medianas: Metascore 50 de 100 e a galera anotando 5,3 de 10. O IMDb segue essa mesma linha: as pessoas dão 5,8 de 10 e o Metascore dos “sabidos” é outro 50 de 100. Por fim, no Google, 63% dos que assistiram afirmaram ter gostado do longa. Minha nota para “Jurassic World: Recomeço” é 8 de 10.

*Os números mudam a todo instante conforme novas avaliações são incluídas em cada site. As notas apresentadas aqui se referem ao horário em que a coluna foi postada.

Streaming em casa

Para quem é de Mirassol, São José do Rio Preto, Bady Bassitt, Mirassolândia e região e quer curtir um cinema em casa, “Jurassic World: Recomeço” é uma boa pedida para aquele fim de noite no sofá, com ar-condicionado (ou ventilador mesmo), sem precisar sair para enfrentar trânsito ou fila.

Partiu, então! Pegue a pipoca, o refri, aquele docinho, dá o play no Prime Video e ótimo filme! Espero que você que leu até aqui tenha curtido a dica. Desejo um ótimo programa e um fim de semana maravilhoso. Abração!

Todas as informações e opiniões contidas neste artigo, seja em texto ou em vídeo, são de total responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, as posições do Jornal do Trabalhador.

Fonte: Rafael Rossi – jornalista e apaixonado filmes e séries