No último domingo, 16, o Museu do Amanhã atingiu a marca de 9 milhões de visitantes desde sua inauguração. O novo marco chega menos de um ano depois de o Museu ter celebrado os 8 milhões de visitantes, em outubro de 2025 — o que coloca 2026 no caminho para ser um dos anos mais visitados da história da instituição.

Para Cristiano Vasconcelos, diretor executivo do Museu do Amanhã, o resultado reflete o vínculo consolidado com o público. “Chegar a 9 milhões de visitantes é a confirmação de que o Museu do Amanhã segue sendo um espaço de encontro entre ciência, arte e sociedade, capaz de dialogar com diferentes gerações e públicos. E já seguimos com os olhos no próximo grande marco: os 10 milhões de visitantes”, afirma.

O marco de 9 milhões acontece logo depois de o Museu completar 10 anos, em dezembro de 2025, e iniciar sua segunda década de existência. Nesse novo ciclo, a instituição segue em processo de renovação gradual de sua exposição permanente, ao mesmo tempo em que mantém uma programação intensa de exposições temporárias e atividades educativas.

Atualmente, o Museu do Amanhã recebe a exposição “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, realizada pelo Itaú Cultural. Com curadoria de Leno Veras, a mostra reúne 12 obras de artistas de sete países que investigam as relações entre seres humanos, tecnologia e meio ambiente, incluindo três trabalhos exclusivos para o público do Rio: FALA, de Rejane Cantoni; Robotarium, de Leonel Moura; e Odisseia, de Regina Silveira. Em cartaz até 31 de agosto de 2026, a exposição é acompanhada por uma programação paralela de debates e oficinas voltados à discussão sobre arte, tecnologia e ecologia.

 com informações Alter Conteúdo_foto_Albert Andrade